O Assiste Brasil publica todos os meses recomendações de filmes brasileiros e latino-americanos disponíveis para assistir em serviços de streaming (gratuitos e pagos). Os apoiadores do site recebem indicações extras no Correio de Cinema, newsletter mensal que também está disponível para assinatura no Revue.

Esta seleção não propõe catalogar estreias nas plataformas digitais, mas sim destacar produções do Brasil e América Latina para incluir na programação do mês e diversificar a lista de filmes. Para acompanhar novas publicações, ative as notificações no navegador, inscreva-se em nossa lista de e-mails e acompanhe nosso Twitter. Confira a seguir a seleção de filmes brasileiros para assistir no streaming em julho.

Para Ter Onde Ir

Jorane Castro, 2016 | Ficção | 100 min | Prime Video e Itaú Cultural Play (gratuito)

Um filme de estrada protagonizado por mulheres paraenses. Este foi o primeiro longa-metragem feito do Pará em 40 anos. A paisagem amazônica é integrada à jornada emocional e sensorial de três mulheres que compartilham o mesmo espaço, mas vivem diferentes histórias.

Benzinho

Gustavo Pizzi, 2018 | Ficção | 97 min | Globoplay e Telecine

Karine Teles, Otávio Müller e Adriana Esteves são alguns nomes do elenco de Benzinho, um filme que expressa desde o título sua afetuosidade. A matriarca Irene (Teles) é a protagonista da história marcada por momentos de mudanças em seu ciclo familiar e vida pessoal. Há momentos de dificuldades financeira, exaustão psicológica, cobranças sociais, insegurança, e também os de conquistas, lazer e sonhos renovados.

Comeback

Érico Rassi, 2017 | Ficção | 87 min | Prime Video

Último filme de Nelson Xavier (1941 – 2017), lhe rendeu o prêmio de melhor ator no Festival do Rio. Ele interpreta Amador, um matador de aluguel aposentado que planeja voltar à ativa. Uma história inusitada com tons de thriller e faroeste brasileiro que articula vilania e velhice.

Trilogia: Justiça, Juízo e Morro dos Prazeres

Maria Augusta Ramos | Documentário | Netflix (links abaixo)

Sociedade, política e Direitos Humanos são basilares na filmografia de Maria Augusta Ramos. Na trilogia documental Justiça (2004), Juízo (2007) e Morro dos Prazeres (2013), a diretora explora aquilo que chama de teatro da justiça. Os filmes não pretendem explicar nem falar sobre o sistema judiciário brasileiro, mas sim evidenciar as relações sociais, humanas e de poder firmadas em diferentes espaços, seja na cela de uma cadeia, numa audiência ou na UPP.