Crítica: ‘Saudade’, de Paulo Caldas

Crítica: ‘Saudade’, de Paulo Caldas


Saudade, essa palavra exclusiva da língua portuguesa e que não encontra tradução literal em outras línguas, manifesta seus plurissignificativos no documentário que traz no título o mesmo nome. Em “Saudade”, de Paulo Caldas, os países lusófonos, separados pelo mar e por um passado de colonização, interligam-se através desse sentimento conhecido, mas pouco compreendido.

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37 filmes brasileiros para assistir no cinema em 2018

37 filmes brasileiros para assistir no cinema em 2018


Passados quase três anos de Assiste Brasil, chegamos a nossa terceira lista especial de lançamentos (acesse as listas de 2016 e 2017). Para este ano, reunimos produções e coproduções, entre ficções, documentários, adaptações, cinebiografias e animações, organizados por ordem de previsão de estreia no circuito comercial brasileiro.

Confira abaixo nossa seleção de 37 filmes brasileiros para assistir nos cinemas em 2018.

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Aplaudido em Berlim, documentário sobre impeachment de Dilma está no É Tudo Verdade 2018

Aplaudido em Berlim, documentário sobre impeachment de Dilma está no É Tudo Verdade 2018


Após ser ovacionado no Festival de Berlim, em fevereiro, e ser escolhido pelo público o terceiro melhor documentário da mostra Panorama, O Processo estreia no Brasil. Com direção de Maria Augusta Ramos, o longa sobre o processo que culminou no impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff foi selecionado para o É Tudo Verdade, principal festival de documentários na América do Sul. As exibições acontecem nos dias 15 de abril, em São Paulo, e 17 de abril, no Rio de Janeiro, na mostra paralela Projeções Especiais.

“Tivemos uma estreia muito bacana no Festival de Berlim. Estou muito feliz de estrear O Processo no Brasil durante o Festival É Tudo Verdade, que tem um papel fundamental no documentário brasileiro. Espero sinceramente que o filme possa nos ajudar a refletir sobre o momento atual do país”, afirma a diretora Maria Augusta Ramos.

Para realizar O Processo, Maria Augusta passou vários meses em Brasília, sua cidade natal, acompanhando cada passo do processo de impeachment, somando 450 horas de material filmado. Sem fazer entrevistas ou intervir nos acontecimentos, ela e sua equipe circularam por corredores do Congresso Nacional, filmaram coletivas de imprensa, registraram as votações na Câmara dos Deputados e no Senado e testemunharam bastidores nunca mostrados em noticiários.

Sobre Maria Augusta Ramos

Diretora dos longas premiados Futuro Junho (2015), Seca (2015), Juízo (2013), Morro dos Prazeres (2013), Justiça (2004) e Desi (2000), Maria Augusta busca compreender e refletir sobre o atual momento histórico brasileiro em seu novo trabalho. A diretora dá continuidade às abordagens desenvolvidas a partir do sistema judiciário do país na trilogia formada por “Justiça”, “Juízo” e “Morro dos Prazeres”.

Em 2014, recebeu o Prêmio Marek Nowicki outorgado pela Helsinki Foundation of Human Rights pela sua obra. Formou-se em música na Universidade de Brasília e cinema na Netherlands Film and Television Academy, em Amsterdã. Seus documentários foram exibidos nos mais importantes festivais de cinema e documentário do mundo, incluindo retrospectivas.

Seu novo longa-metragem é produzido por NoFoco Filmes, coproduzido por Canal Brasil e tem distribuição de Bretz Filmes.

Documentário e série de TV provocam reflexões sobre a Aids no Brasil

Documentário e série de TV provocam reflexões sobre a Aids no Brasil


Propondo reflexões sobre o panorama da Aids no Brasil, o produtor, diretor e roteirista André Canto realiza o projeto “Olhares HIV e Aids no Brasil”. Desenvolvido nos formatos de documentário, série de TV e livro, a produção irá abordar o caminho da síndrome em território nacional. Dentre os assuntos levantados estão a evolução nos tratamentos e também a estagnação da percepção da doença, que continua cercada de preconceito e falta de informação.

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As Duas Irenes e o que encontraram através do espelho

As Duas Irenes e o que encontraram através do espelho


Irene (Priscila Bittencourt) não é mais criança para se sujar enquanto brinca, mas também é reprimida quando pede para pintar as unhas de vermelho. Ela é a filha do meio de três irmãs e se sente à margem dos acontecimentos familiares: enquanto a atenção está centrada na festa de debutante da primogênita, a caçula não perde o lugar no colo.

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