‘Arábia’: a jornada do operário que escreve

‘Arábia’: a jornada do operário que escreve


“Arábia”, primeiro trabalho conjunto dos realizadores mineiros João Dumans e Affonso Uchoa, conta uma história conhecida, mas sob um ponto de vista não tão comum. Os trabalhadores estiveram representados em diversas fases do cinema brasileiro, com ênfase nos anos 1970 e 1980, impulsionados pelo movimento grevista. Em filmes mais recentes, pode-se citar “Corpo Elétrico”, de “Marcelo Caetano”, e “Pela Janela”, de Caroline Leone.

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‘Idioma Desconhecido’: uma investigação consciente do inconsciente humano

‘Idioma Desconhecido’: uma investigação consciente do inconsciente humano


Dando continuidade às discussões filosóficas e sociais iniciadas em “Observar e Absorver” (disponível no YouTube), José Marques de Carvalho Jr. se desafia a retratar o irrepresentável em seu segundo longa-metragem. Em “Idioma Desconhecido, a proposta é investigar a formação do inconsciente, a alienação e a vulnerabilidade do indivíduo na sociedade de consumo.

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Crítica: ‘Saudade’, de Paulo Caldas

Crítica: ‘Saudade’, de Paulo Caldas


Saudade, essa palavra exclusiva da língua portuguesa e que não encontra tradução literal em outras línguas, manifesta seus plurissignificativos no documentário que traz no título o mesmo nome. Em “Saudade”, de Paulo Caldas, os países lusófonos, separados pelo mar e por um passado de colonização, interligam-se através desse sentimento conhecido, mas pouco compreendido.

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Crítica: ‘Baronesa’ traz o olhar feminino e humanizante sobre a periferia

Crítica: ‘Baronesa’ traz o olhar feminino e humanizante sobre a periferia


A função social do cinema o aproxima de debates sobre a representatividade e o lugar de fala. Cabe ao cineasta, que direciona o olhar, ser um mediador na exposição de uma realidade da qual não pertence? “Baronesa”, filme de estreia de Juliana Antunes, instiga essa reflexão ao apresentar Andreia​ e Leidiane, vizinhas na comunidade Vila Mariquinhas, em Belo Horizonte.

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Crítica: A ousadia do trash nacional em ‘As Boas Maneiras’

Crítica: A ousadia do trash nacional em ‘As Boas Maneiras’


Tentar delimitar “As Boas Maneiras” (2017) a um gênero é um erro. Ele não é um filme de suspense e muito menos de terror, como sugere sua apresentação, mas um típico representante do cinema de autor, que, nesse caso, são dois. Juliana Rojas (Sinfonia da Necrópole) e Marco Dutra (O Silêncio do Céu) retomam a parceria após “Trabalhar Cansa” (2011) com uma produção que retrata o lendário sem se desprender do social.

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