Recifest, festival LGBTI+, divulga filmes selecionados para edição 2019

Recifest, festival LGBTI+, divulga filmes selecionados para edição 2019


O Recifest – Festival de Cinema de Diversidade Sexual e de Gênero, um dos mais relevantes festivais com a temática LGBTI+ do País, anunciou nesta terça-feira (15) os filmes que integram a mostra competitiva da edição 2019. Dos 159 inscritos, de 16 estados, foram selecionados 22 filmes, de oito estados. A sétima edição do Recifest acontece entre os dias 20 e 22 de novembro, no Cinema São Luiz, em Recife (PE).

O festival ocorre, anualmente, desde 2013, no Recife e em cidades do interior de Pernambuco. Este ano, devido à falta de patrocínios de editais, em consequência dos cortes federais à Cultura, o Recifest será realizado em versão reduzida e com uma equipe voluntária.

Para ajudar a custear as atividades, será cobrado o valor simbólico de R$ 3 por ingresso. A organização estimula hospedagens solidárias para receber realizadores e participantes. “Diante da escalada do conservadorismo e anti-intelectualismo, da crescente homofobia, transfobia e racismo, e além da volta da censura, achamos que é de fundamental importância realizarmos o 7º Recifest, neste ano”, explicam Carla Francine e Rosinha Assis, produtoras do evento.

Além das competitivas, a programação traz uma mostra não competitiva de longas e curtas-metragens, performances, moda, rodas de diálogos e atividades formativas. A realização é das produtoras Olinda Produções, Casa de Cinema de Olinda e Taxi Cultural.

Mostra Competitiva Recifest 2019

Piu Piu, de Alexandre Figueirôa, é um curtas em competição no Recifest 2019. Imagem: Divulgação

As mostras competitivas de curtas têm curadoria de André Antônio e Anti Ribeiro. Os selecionados concorrem numa das seguintes categorias: “Produção Pernambucana”, para filmes realizados dentro do Estado, com empresa produtora e diretores locais, e “Produção Nacional”, para filmes realizados em todo o território brasileiro, incluindo Pernambuco. Confira a lista dos selecionados:

Programação Cinema São Luiz – Recife
(Rua da Aurora, 175 – Boa Vista – Recife – PE)

20/11 – Quarta-feira
19h – Mostras Competitivas de Curtas-metragens

Sessão: Inundar o mundo
Mar Fechado – Dir. Aurora Jamelo (PE) – 4′
Pattaki – Dir. Everlane Moraes (SE) – 20′
Preciso dizer que te amo – Dir. Ariel Nobre (SP) – 13′
Colômbia – Dir. Manuela Andrade (PE) – 16′
A felicidade delas – Dir. Carol Rodrigues (SP) – 14′

Sessão: Pense, dance
Banzo – Dir. Rafael Nascimento (PE) – 6′
Juca – Dir. Maurício Chades (DF) – 28′
Ilhas de Calor – Dir. Ulisses Arthur (AL) – 20′
NEGRUM3 – Dir. Diego Paulino (SP) – 20′

21/11 – Quinta-feira
19h – Mostra Competitiva de Curtas-metragens

Sessão: Minha cidade é outra
Santos Imigrantes – Dir. Thiago Costa (SP) – 7´
Vinde como estás – Dir. Rafael Ribeiro e Galba Gogóia (RJ) – 15′
Piu piu – Dir. Alexandre Figueiroa (PE) – 16′
Minha história é outra – Dir. Mariana Campos (RJ) – 20′
Balizando 2 de julho – Dir. Fabíola Aquino e Márcio Lima (BA) – 25′

Sessão: Gosto de Sangue
O Verbo Se Fez Carne – Dir. Ziel Karapotó (PE) – 7′
O Mistério da Carne- Dir. Rafaela Camelo (DF) – 18′
Cinema Contemporâneo – Dir. Felipe André Silva (PE) – 5′
A Carne é Beijo e o Avesso Água – Dir. Clarissa Ribeiro (RJ) – 5′
Gordox – Dir. Ivson Santo (PE) – 20′
Colidiremos – Dir. George Pedrosa (MA) – 12′
Barriga de imagens – Dir. Maria Bogado (RJ) – 15′

Com informações do Cultura.PE.

Os filmes brasileiros que estão na Mostra de São Paulo 2019

Os filmes brasileiros que estão na Mostra de São Paulo 2019


Entre os dias 17 e 30 de outubro, os mais de 300 títulos selecionados para a 43ª edição da Mostra Internacional de Cinema em São Paulo ocupam as salas de exibição, espaços culturais e locais públicos da capital paulista. Na programação, destacam-se 65 produções e coproduções brasileiras, entre longas e curtas-metragens, clássicos e contemporâneos.

Os filmes integram as seções de Apresentação e Programas Especiais, Competição Novos Diretores, Realidade Virtual e Mostra Brasil. Um dos destaques brasileiros da Mostra de São Paulo 2019 é “A Vida Invisível”, de Karim Aïnouz, vencedor do prêmio máximo da mostra Um Certo Olhar dos Festival de Cannes 2019.

Além do novo longa de Aïnouz, outros oito filmes brasileiros têm exibições especiais. São eles: “Amazônia Sociedade Anônima”, de Estêvão Ciavatta; “As Protagonistas”, de Tatá Amaral; “Desarquivando Alice Gonzaga”, de Betse de Paula; “Babenco – Alguém Tem que Ouvir o Coração e Dizer: Parou”, de Bárbara Paz; “O Invasor”, de Beto Brant; “Tuã Ingugu (Olhos D’água)”, de Daniela Thomas; “Turma da Mônica: Laços”, de Daniel Rezende e “Madame Satã”, primeiro longa de Karim Aïnouz.

Mostra de São Paulo 2019 promove exibição especial de “Madame Satã” (2002), primeiro longa de Karim Aïnouz. Imagem: Divulgação

História, memória e experiência

Na vão-livre do Masp, acontecem as projeções de dois filmes brasileiros que passaram pela Mostra em edições anteriores: “Slam: Voz de Levante”, de Tatiana Lohmann e Roberta Estrela D`Alva, e “Todas as Canções de Amor”, de Joana Mariani. A seção exibe também “Macaco Feio… Macaco Bonito” e “Frivolitá”, curtas-metragens realizados nos primórdios do cinema de animação nacional, com trilha sonora ao vivo.

O cineasta Luiz Rosemberg Filho (1943 – 2019) recebe uma homenagem da Mostra de São Paulo 2019 em forma de retrospectiva, com três obras selecionadas: “O Jardim das Espumas”, “Crônica de um Industrial” e “Bobo da Corte”. Uma das marcas mais fortes de sua produção – “pedregosa e encantada”, como define Inácio Araujo – são as questões políticas.

A tecnologia, criando novos diálogos com o cinema, expande as maneiras de olhar e convida cineastas a explorar novos formatos. Os curtas “A Linha”, de Ricardo Laganaro, “Fogo na Floresta”, de Tadeu Jungle, e “Crianças Não Brincam de Guerra”, de Fabiano Mixo, estão na seção Realidade Virtual. O filme de Laganaro foi vencedor do prêmio VR Experience no Festival de Veneza 2019.

Mostra Brasil e Novos Diretores

A Mostra Brasil apresenta este ano uma seleção de 38 títulos (confira a lista completa no site da Mostra). Entre os destaques estão “O Juízo”, de Andrucha Waddington, com roteiro assinado por Fernanda Torres, e a exibição de um episódio da série “As Protagonistas”, de Tata Amaral, que conta a história do audiovisual do país a partir da contribuição das cineastas mulheres.

As produções nordestinas marcam forte presença no festival. Destaque para os cearenses “Pacarrete”, de Allan Deberton, premiado nos festivais de Gramado, Vitória e FAM, e “A Jangada de Welles”, de Petrus Cariry e Firmino Holanda. Alguns dos pernambucanos na seleção são “Acqua Movie”, de Lírio Ferreira, “Flores do Cárcere”, de Paulo Caldas e Bárbara Cunha, e “Beco”, de Camilo Cavalcante, este último na Competição Novos Diretores.

O carioca “Sem Seu Sangue”, primeiro longa de Alice Furtado, em competição, e o brasiliense “Indianara”, de Aude Chevalier-Beaumel e Marcelo Barbosa, estiveram nas mostras independentes do Festival de Cannes, Quinzena dos Realizadores e ACID, e estreiam na Mostra. Outro filme de destaque internacional é “Pacificado”, de Paxton Winters, ganhador do prêmio máximo do Festival de San Sebastián. A trama se relacionada às ocupações das UPPs nas favelas do Rio e está na Competição Novos Diretores.

O recente contexto político, econômico e social brasileiro é tema recorrente entre as produções. Entre os documentários, estão “Amazônia Sociedade Anônima”, de Estêvão Ciavatta; “Abismo Tropical”, de Paulo Caldas; “Chão”, de Camila Freitas; “O Paradoxo da Democracia”, de Belisario Franca e “Outubro”, de Maria Ribeiro e Loiro Cunha. Nas ficções, destacam-se “Três Verões”, de Sandra Kogut, e “Breve Miragem de Sol”, de Eryk Rocha.

Sessões gratuitas no Theatro Municipal

Entre os dias 18 e 20 de outubro, o Theatro Municipal recebe uma programação gratuita de filmes brasileiros da Mostra em parceira com a Spcine. Serão quatro sessões com ingressos distribuídos na Central da Mostra na véspera das exibições ou na bilheteria do Theatro uma hora antes.

“A Vida Invisível”, de Karim Aïnouz, recebeu o prêmio máximo da mostra Um Certo Olhar em Cannes 2019. Imagem: Divulgação

“A Vida Invisível” abrirá as exibições no local na sexta-feira (18), às 20h30. No sábado (19) e no domingo (20), nas sessões vespertinas, às 16h, a programação apresenta, respectivamente, “Abe”, de Fernando Grostein Andrade – protagonizado por Seu Jorge e Noah Schnapp (Stranger Things) – e “Turma da Mônica: Laços”, de Daniel Rezende.

A noite de sábado, às 21h, é reservada para “Três Verões”, de Kogut, protagonizado por Regina Casé. O encerramento acontece no domingo, às 20h30, com “Babenco – Alguém Tem que Ouvir o Coração e Dizer: Parou”, de Bárbara Paz, filme vencedor do prêmio da crítica independente no Festival de Veneza.

Doses de Brasil na abertura e encerramento

Cena de “Wasp Network”, de Olivier Assayas, adaptado do livro de Fernando Morais e com Wagner Moura no elenco. Imagem: Divulgação

O filme de abertura da Mostra de São Paulo deste ano é “Wasp Network”, adaptado por Olivier Assayas do livro-reportagem “Os Últimos Soldados da Guerra Fria”, de Fernando Morais. O filme, coprodução França/Brasil/Espanha/Bélgica, é protagonizado por Penélope Cruz e traz no elenco Wagner Moura em papel de destaque. Entre os produtores, está Rodrigo Teixeira, da RT Features.

No encerramento, o longa “Dois Papas”, produção do serviço de streaming Netflix, é dirigido pelo brasileiro Fernando Meirelles, codiretor do clássico “Cidade de Deus”. A trama, baseada em fatos, acompanha as mudanças drásticas no Vaticano e é estrelada por Jonathan Pryce e Anthony Hopkins.

A sessão de abertura acontece nesta sexta-feira (18), às 16:30, no Cinearte 1. A de encerramento, no dia 30, quarta-feira, às 19h30, no Auditório Ibirapuera Oscar Niemeyer. Os ingressos para a Mostra de São Paulo 2019 custam R$ 20 (inteira) de segunda a quinta e R$ 24 (inteira) às sextas e aos finais de semana. Na Central da Mostra são vendidos pacotes promocionais.

A programação completa, com horários e locais das exibições, está disponível para download em PDF (por filme ou por dia) e no site. Imagem em destaque do filme “Pacarrete”, de Allan Deberton.

Janela de Cinema: como contribuir para que edição de 2019 aconteça

Janela de Cinema: como contribuir para que edição de 2019 aconteça


Um dos mais importantes eventos cinematográficos do Recife, o Janela Internacional de Cinema busca viabilizar a edição 2019 através de financiamento coletivo pelo site Benfeitoria. Os cortes direcionados à Cultura promovidos pela atual gestão do governo federal afetaram os principais editais de apoio, o da Petrobras e do Funcultura, do Governo de Pernambuco.

O Janela de Cinema busca atingir até o dia 7 de novembro metas que vão de R$ 30 mil, mínimo para realizar uma edição simples do festival, até R$ 200 mil, que possibilitaria um festival de maiores proporções. Não há valor mínimo para contribuir com a campanha, entretanto, há recompensas variadas para colaborações a partir de R$ 20.

Segundo a organização, desde a estreia do festival, em 2008, foram contabilizados 130 mil espectadores utilizando em média duas salas de cinema. Entre curtas, médias e longas-metragens, foram exibidos aproximadamente 1.400 filmes contabilizando as 12 edições do festival.

O texto de descrição da Benfeitoria revela que foi cogitada a não realização do Janela este ano. “Logo chegamos ao sentimento de que seria uma prova enorme de coragem cancelá-lo. Não temos esse tipo de bravura. Imaginar a Rua da Aurora deserta à noite esse ano, nas datas reservadas ao Janela, não é uma opção”, completa.

A ação de financiamento coletivo foi a alternativa adotada recentemente pelo Festival do Rio, que caminha com uma campanha bem-sucedida e inicia uma nova fase. Meses antes, o Anima Mundi, segundo maior festival de animação do mundo e o maior da América Latina, foi viabilizado apenas com a colaboração do público após anunciar o congelamento e corte de seus recursos.

Recompensas do Janela de Cinema

Além de contribuir com a realização do 12º Janela Internacional de Cinema do Recife, as/os apoiadores recebem recompensas, tanto simbólicas quanto materiais. O nome das pessoas que fizerem colaborações a partir de R$ 20 recebe menção nos agradecimentos do Janela. Para valores entre R$ 50 e R$ 500, as recompensas variam entre cartazes em A3 do festival e do filme Bacurau (autografado), convites ou passaportes para as sessões e camisas.

Há ainda duas categorias de “Patrono”, para apoios de R$ 1 mil. Além das recompensas anteriores, a/o apoiadora/apoiador pode escolher entre uma reprodução do desenho original das artistas Clara Moreira ou Juliana Lapa ou um kit com 11 pôsteres das edições anteriores.

As/Os apoiadores que contribuírem com R$ 5 mil, ganham camisas e ecobags estampadas com as artes históricas do Janela, além do kit da edição deste ano, cartaz autografado de Bacurau e passaporte de acesso. Por fim, duas opções com foco em empresas oferecem as chancelas de “Patrocinador” (R$ 10 mil) e de “Apresenta” (R$ 25 mil) em todos os materiais e sessões.

Imagem em destaque de Victor Jucá/Divulgação.

Festival do Rio 2019 busca atingir nova meta em financiamento coletivo

Festival do Rio 2019 busca atingir nova meta em financiamento coletivo


O Festival do Rio lançou uma campanha de financiamento coletivo para levantar parte da verba necessária para a realização da edição de 2019. A primeira meta de R$ 500 mil de arrecadação está dentro do ritmo esperado e em breve deve virar para a segunda, que é levantar R$ 800 mil. Para colaborar, basta acessar o site da Benfeitoria e fazer a doação.

O orçamento mínimo do Festival é R$ 3,5 milhões, sendo que parte virá da participação do público via financiamento coletivo e parte está em negociação com empresas patrocinadoras. Devido ao cronograma necessário para levantar os recursos, o Festival do Rio ganhou uma nova data: entre 9 e 19 de dezembro. A campanha tem metas detalhadas no site.

Quanto maior for o valor arrecadado, maiores são as possibilidades de realizar mais ações e incrementar a programação. Além do Festival do Rio, o Janela Internacional de Cinema do Recife segue em campanha para viabilizar sua 12ª edição. Ambos enfrentam desafios financeiros após o congelamento ou corte de verbas pelo governo federal, que interrompe programas e editais ligados à Cultura.

Sobre o Festival do Rio

O Festival do Rio é o maior da América Latina. Desde sua criação, foram exibidos 7 mil longas, incluindo filmes recém-premiados em festivais e mostra internacionais como Cannes, Berlim, Toronto, Veneza e outros. Além de formador de público, o festival também atua com a formação de mão de obra, capacitando mais de 7 mil profissionais. Distribuídos em diferentes mostras, incluindo a Premiére Brasil, os filmes nacionais compõem parte importante do festival, que é a maior vitrine da cinematografia brasileira.

Imagem em destaque de Rogerio Resende/Divulgação. Com informações da assessoria.

Mulheres no Cinema: a história do cinema contada por elas

Mulheres no Cinema: a história do cinema contada por elas


Você seria capaz de listar, sem pensar duas vezes, o nome de 10 diretoras? Esse é um desafio que muitos ainda não conseguem responder porque, por muito tempo, a história do cinema foi contada apenas sob a perspectiva masculina, heteronormativa e branca. Partindo dessa provocação, Joyce Pais, do Cinemascope, e Luísa Pécora, do Mulher no Cinema, criaram o curso Mulheres no Cinema. Traçando um panorama do cinema realizado por mulheres no Brasil e no mundo, as jornalistas e críticas revisitam a trajetória de realizadoras através de suas obras, começando no cinema silencioso até a contemporaneidade.

Após o sucesso da primeira turma (foto abaixo), a segunda edição do curso já está confirmada e acontece entre os dias 10 de setembro e 31 de outubro, em São Paulo/SP. Serão 16 encontros, com aulas às terças e quintas-feiras, das 19h às 22h, totalizando uma carga horária de 48 horas. Para participar, basta ter interesse em cinema e realizar a inscrição online

Turma da primeira edição do curso Mulheres no Cinema realizada em abril.

Mulheres no cinema: uma imersão no cinema feito por elas

Dividida em três módulos — “Cineastas pioneiras”, “Vanguarda e resistência” e “Cinema contemporâneo” —, esta edição foi expandida e apresenta novidades. Além da imersão audiovisual, também serão discutidos aspectos narrativos dos filmes e como se relacionam com questões históricas, sociais, comportamentais e políticas.

Em dois meses de curso, será traçado um panorama introdutório que aborda o cinema mudo, sonoro, experimental, animação, Nouvelle Vague, era dos blockbusters, cinema brasileiro moderno, novo cinema brasileiro (ficção e documentário), além de incluir questões de diversidade e identidade, com recorte de raça. Ainda haverá uma aula especial com sessão, seguida de debate sobre um filme a ser escolhido.

A segunda edição do Mulheres no Cinema acontecerá na Escrevedeira, localizada no bairro da Vila Madalena, em São Paulo. O investimento é de R$ 900 (à vista), com opções de parcelamento aqui. Para dúvidas ou informações, basta escrever para [email protected] e/ou [email protected]

Serviço

QUANDO |  10 de setembro a 31 de outubro de 2019

DIAS DA SEMANA E HORÁRIO | Terças e Quintas, das 19:00 às 22:00 hrs

ONDE |Escrevedeira (Rua Isabel de Castela, 141, Vila Madalena, São Paulo – SP)

DURAÇÃO | 16 encontros

CARGA HORÁRIA | 48h

EMENTA  e INSCRIÇÕES | http://bit.ly/cursomulheresnocinema

Os filmes brasileiros que estreiam nos cinemas no segundo semestre de 2019

Os filmes brasileiros que estreiam nos cinemas no segundo semestre de 2019

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Expectativa é a palavra que descreve esta lista de filmes brasileiros que chegam aos cinemas ainda em 2019. Mais de 20 títulos estão com previsão de estrear entre junho e dezembro, entre eles os premiados “Divino Amor”, “Bacurau” e “A Vida Invisível de Eurídice Gusmão” e o primeiro live action da Turma da Mônica.

Este é o quarto ano que o Assiste Brasil realiza essa seleção especial (veja as de 2016, 2017 e 2018) a partir de informações obtidas nos sites Filme B, AdoroCinema e de produtoras/distribuidoras. Agora, confira nossa lista, organizada por datas, e acompanhe os filmes brasileiros que estreiam nos cinemas brasileiros nos próximos meses.

Amazônia Groove

“Um mergulho apaixonado na música regional da amazônia, especialmente na música característica do Pará. Amazônia Groove faz um retrato das histórias dos músicos da região, responsáveis pela criação do boi bumbá e dos ritmos tradicionais, culminando na invasão tecnológica que possibilitou o desenvolvimento de gêneros musicais como o tecnobrega”.

Documentário dirigido por Bruno Murtinho. Com Mestre Damasceno, Dona Onete, Manoel Cordeiro, Sebastião Tapajós, Waldo Squash. Selecionado para o Festival do Rio 2018.

Estreia dia 6 de junho.

Beatriz

“Em Lisboa, Marcelo escreve um romance, utilizando a vida de sua própria esposa, Beatriz, como inspiração fundamental para a história. A criação toma rumos perigosos, comprometendo o amor que sentem um pelo outro”.

Direção de Alberto Graça. Com Marjorie Estiano, Sergio Guizé e Beatriz Batarda.

Estreia dia 6 de junho.

Deslembro

“Joana é uma adolescente que se alimenta de literatura e rock. Ela mora em Paris com a família, quando a anistia é decretada no Brasil, final de 79. De um dia para o outro, e a sua revelia, organiza-se a volta para o país do qual mal se lembra. No Rio de Janeiro, cidade onde nasceu e onde seu pai desapareceu nos porões do DOPS, seu passado ressurge. Nem tudo é real, nem tudo é imaginação, mas ao ‘lembrar’, Joana inscreve sua própria história no presente, na primeira pessoa”.

Direção de Flavia Castro. Com Jeanne Boudier, Hugo Abranches, Sara Antunes e Jesuita Barbosa. Selecionado para a Mostra Horizontes do Festival de Veneza 2018 e premiado no Festival do Rio 2018.

Estreia dia 20 de junho.

Divino Amor

“Brasil, 2027. Uma devota religiosa usa seu ofício num cartório para tentar dificultar os divórcios. Enquanto espera por um sinal divino em reconhecimento aos seus esforços é confrontada com uma crise no seu casamento que termina por deixá-la ainda mais perto de Deus”.

Direção de Gabriel Mascaro. Com Dira Paes, Julio Machado e Emílio de Melo. Seleção oficial dos festivais de Sundance e Berlim. Avaliação 100% no Rotten Tomatoes.

Estreia dia 27 de junho.

Turma da Mônica: Laços

“Após o sumiço do Floquinho, Cebolinha vai precisar da ajuda de seus inseparáveis amigos Mônica, Cascão e Magali para bolar um de seus planos infalíveis e recuperar seu cãozinho, dando origem a uma aventura que reacende os laços que unem a Turma da Mônica há mais de 50 anos”.

Direção de Daniel Rezende. Com Giulia Benite, Kevin Vechiatto, Laura Rauseo e Gabriel Moreira. Participações de Monica Iozzi, Paulo Vilhena e Rodrigo Santoro.

Estreia dia 27 de junho.

O Olho e a Faca

“Em uma plataforma de petróleo, um grupo de amigos se mantem unido como forma de aliviar as dificuldades enfrentadas pelo isolamento imposto àqueles que trabalham e vivem em alto-mar. Uma promoção desencadeia acontecimentos que desestruturam de maneira irreversível a amizade do grupo e a própria vida em terra de Roberto, o protagonista do filme. Ele é posto à prova pela força do destino e vivencia o drama de um homem comum frente a um gradual processo de isolamento”.

Direção de Paulo Sacramento. Com Rodrigo Lombardi, Maria Luísa Mendonça e Caco Ciocler.

Estreia dia 27 de junho.

Estrangeiro

“Elisabete (Cecilia Retamoza) viveu sua infância com seus pais na paradisíaca praia de Tabatinga, no nordeste do Brasil. Distante do contato com outras crianças, tinha em Daniela (Bruna Belmont) sua única amiga. Devido a um misterioso trauma, Elisabete abandona o seu lar e nunca mais permanece em um só lugar. Aos trinta anos, Elisabete anseia por uma identidade. Ela não se sente confortável em sua própria pele, uma estrangeira em seu mundo”.

Direção de Edson Lemos Akatoy. Selecionado para mais de 25 festivais nacionais e internacionais e vencedor do prêmio de Melhor Direção de Fotografia no 13º Festival Aruanda do Audiovisual Brasileiro. Com Cecilia Retamoza, Bruna Belmont, Solana Bandeira e Ana Maria Nunes.

Estreia dia 4 de julho.

Estou Me Guardando Para Quando o Carnaval Chegar

“A cidade de Toritama é um microcosmo do capitalismo implacável: a cada ano, mais de 20 milhões de jeans são produzidos em fábricas de fundo de quintal. Os moradores trabalham sem parar, orgulhosos de serem os donos do seu próprio tempo. Durante o Carnaval – o único momento de lazer do ano -, eles transgridem a lógica da acumulação de bens, vendem seus pertences sem arrependimentos e fogem para as praias em busca de uma felicidade efêmera. Quando chega a Quarta-feira de Cinzas, um novo ciclo de trabalho começa”.

Documentário de Marcelo Gomes. Menção Honrosa e Prêmio da Crítica do Júri no Festival É Tudo Verdade. Seleção Oficial do Sheffield Doc Fest e Festival de Berlim.

Estreia dia 11 de julho.

No Coração do Mundo

“Dona Sônia pediu uma arma para seu vizinho Alcides, para vingar seu filho Joca, morto por Beto, irmão de Miro, amante de Rose, amiga de Selma, que trabalha com Marcos, que namora com Ana, que quer sair de Contagem e ter uma vida melhor no coração do mundo”.

Direção de Gabriel Martins e Maurílio Martins. Com Kelly Crifer, Leo Pyrata, Grace Passô, Bárbara Colen. Premiere mundial no Internacional Film Festival Rotterdam – IFFR 2019.

Estreia dia 1º de agosto.

Simonal

Cinebiografia de Wilson Simonal, o cantor que saiu da pobreza e comandou as maiores plateias do Brasil. Uma vez no topo, passa a se sentir invencível: exibe a sua riqueza e gosto por carrões e mulheres; faz propaganda de multinacionais; e se recusa a fazer discurso engajado contra a ditadura. Até que resolve ameaçar seu contador quando se vê com problemas financeiros e acaba vendo seu nome envolvido com o DOPS.

Direção de Leonardo Domingues. Com Fabrício Boliveira, Isis Valverde, Leandro Hassum, Caco Ciocler.

Estreia dia 8 de agosto.

Hebe – A Estrela do Brasil

“Hebe Camargo se consagrou como uma das apresentadoras mais emblemáticas da televisão brasileira. Sua carreira passou por diversas mudanças ao longo dos anos, mas foi durante a década de 80, no período de transição da ditadura para a democracia, que Hebe, ao 60 anos, tomou uma decisão importante. A apresentadora passou a controlar a própria carreira e, independentemente das críticas machistas, do marido ciumento e dos chefes poderosos, se revelou para o público como uma mulher extraordinária, capaz de superar qualquer crise pessoal ou profissional”.

Direção de Maurício Farias. Com Andréa Beltrão, Marco Ricca, Danton Mello.

Estreia dia 15 de agosto.

Bacurau

“Um western brasileiro. Um filme de aventura e ficção científica. Daqui a alguns anos, Bacurau, um pequeno povoado do sertão brasileiro, dá adeus a Dona Carmelita, mulher forte e querida por quase todos, falecida aos 94 anos. Dias depois, começam os sinais de que a tranquilidade de Bacurau estará sob ameaça. No entanto, ninguém contava com um detalhe: que no passado desse lugar extraordinário estava adormecido um talento especial para a aventura”.

Direção de Kleber Mendonça Filho e Juliano Dornelles. Com Sonia Braga, Udo Kier, Bárbara Colen, Karine Teles. Indicado à Palma de Ouro e vencedor do Prêmio do Júri no Festival de Cannes 2019.

Estreia dia 29 de agosto.

Vermelho Sol (Rojo)

“Em meados da década de 1970, uma onda de violência política sem precedentes começa a se desenrolar na Argentina. Isso, no entanto, parece ter pouco efeito em uma pequena cidade rural onde Dario, um advogado bem conhecido, leva uma vida tranquila com sua família. O curso normal das coisas é interrompido quando Dario entra em uma discussão acalorada que fica fora de controle”.

Coprodução Brasil, Argentina, França, Holanda e Alemanha. Dirigido pelo argentino Benjamin Naishtat. Com Alfredo Castro, Darío Grandinetti.

Estreia prevista para agosto.

Legalidade

“Em 1961, o governador Leonel Brizola lidera um movimento sem precedentes na história do Brasil: a Legalidade. Lutando pela constituição, mobiliza a população na resistência pela posse do presidente João Goulart. Em meio ao iminente golpe militar, uma misteriosa jornalista pode mudar os rumos do país”.

Direção de Zeca Brito. Com Cleo Pires, Leonardo Machado, Fernando Alves Pinto.

Estreia dia 12 de setembro.

Eduardo e Mônica

A história de amor cantada por Renato Russo e lançada no disco “Dois” do Legião Urbana ganhou uma adaptação cinematográfica. A história fala sobre o encontro entre Eduardo e Mônica, um casal muito diferente que parece ter mesmo nascido um para o outro.

Direção de René Sampaio. Com Alice Braga e Gabriel Leone.

Estreia dia 19 de setembro.

Morto Não Fala

“Stênio é plantonista noturno no necrotério de uma grande e violenta cidade. Em suas madrugadas de trabalho, ele nunca está só, pois possui um dom paranormal de comunicação com os mortos. Quando as confidências que ouve do além, contudo, revelam segredos de sua própria vida, Stênio desencadeia uma maldição que traz perigo e morte para perto de si e de sua família”.

Direção de Dennison Ramalho. Com Daniel Oliveira, Fabíula Nascimento, Bianca Comparato, Marco Ricca. Seleção oficial do Festival do Rio 2018 e do X Janela Internacional de Cinema do Recife.

Estreia dia 19 de setembro.

O Clube dos Canibais

Otavio e Gilda são membros do secreto e perigoso Clube dos Canibais. Quando Gilda acidentalmente descobre um segredo de Borges, um poderoso congressista e líder do Clube, ela acaba colocando sua vida e a de seu marido em perigo.

Direção de Guto Parente. Com Tavinho Teixeira, Ana Luiza Rios, Pedro Domingues, José Maria Alves.

Estreia dia 3 de outubro

Greta

Pedro, um enfermeiro de 70 anos, fervoroso fã de Greta Garbo, precisa liberar uma vaga no hospital onde trabalha para Daniela, sua melhor amiga. Para salvá-la, ele decide ajudar Jean, um jovem que acaba de ser hospitalizado e algemado por ter cometido um crime. Pedro esconde-o em sua própria casa até que ele se recupere e nesse período, eles se envolvem afetiva e sexualmente.

Direção de Armando Praça. Com Marco Nanini, Denise Weinberg, Démick Lopes, Gretta Sttar. Seleção oficial do Festival de Berlim 2019 e do 29º Cine Ceará.

Estreia dia 10 de outubro.

Noite Amarela

Um grupo de adolescentes viaja para uma pequena ilha na costa do Nordeste brasileiro, para celebrar o fim do último ano escolar. No entanto, a festa acaba no primeiro anoitecer após um estranho acontecimento com o grupo.

Direção de Ramon Porto Mota. Com Ana Rita Gurgel, Marina Alencar, Clara Oliveira, Matheus Martins.

Estreia dia 10 de outubro nos cinemas e nas plataformas digitais (Apple TV, NOW, Vivo Play, Google Play, Youtube).

Inaudito

“O guitarrista Lanny Gordin é um dos personagens fundamentais na transformação da música brasileira a partir da década de 1960: eletrizou Gal Costa, Gilberto Gil, Caetano Veloso, Jards Macalé, entre outros. Neste filme, dirigido por Gregorio Gananian e com criação de Danielly O.M.M, Lanny nos revela o seu processo libertário de composição e pensamento atual: o guitarrista embarca em uma insólita odisseia pela China, local de nascimento, e Brasil, país onde vive”.

Documentário dirigido por Gregório Gananiam. Selecionado para a 42ª Mostra Internacional de Cinema de São Paulo, Mostra de Tiradentes e Festival IN-EDIT.

Estreia dia 17 de outubro.

A Cidade dos Piratas

Inspirado nos famosos quadrinhos da cartunista Laerte. A história mescla a jornada de transição da artista e do diretor, que encara a morte após ser diagnosticado com câncer. Cria-se, então, um abismo caótico entre ficção e realidade na animação mais louca de todos os tempos.

Direção de Otto Guerra. Com Otto Guerra, Laerte Coutinho, Matheus Nachtergaele, Marco Ricca. Vencedor de Melhor Roteiro e Melhor Direção no Festival de Cinema de Vitória 2018 e de Melhor Filme no Anima Latina (Argentina) e MUMIA 2018.

Estreia dia 31 de outubro.

Os Sonâmbulos

“Era um pequeno grupo de demolidores de mundo. Perdidos na multidão, mas ligados uns aos outros, viviam na solidão da clandestinidade, às voltas com suas contradições: amavam a vida humana, mas desprezavam a própria vida. Estavam prontos ao sacrifício. Niilismo, melancolia, traição, desespero: consciências trágicas em uma longa viagem ao fim da noite – um conto de amor e de morte em um mundo em que o estado-de-exceção veio a se tornar regra e os últimos dias da humanidade não terminam nunca”.

Direção de Tiago Mata Machado. Com Clara Choveaux, Rômulo Braga, Carolina Castanho, Renan Rovida. Premiado na Mostra Caleidoscópio do 51º Festival de Brasília.

Estreia dia 7 de novembro.

Carcereiros – O Filme

“Um terrorista internacional vai passar uma noite no presídio, causando revolta e apreensão dos presos. Ao mesmo tempo, um grupo paramilitar invade o presídio, ao que parece, atrás deste preso. A noite será longa para Adriano, em meio ao caos que se instaurou”.

Direção de José Eduardo Belmonte. Com Marçal Aquino, Fernando Bonassi, Dennison Ramalho e Marcelo Starobinas.

Estreia dia 7 de novembro.

Azougue Nazaré

​O casal formado por Catita e Irmã Darlene vive em uma casa isolada, em meio a imenso canavial. Ele participa escondido do Maracatu, combatido como coisa do demônio pelo pastor Barachinha, líder da igreja frequentada pela fiel Darlene. Também no canavial, um pai de santo pratica um ritual religioso com cinco caboclos, que incorporam entidades e desaparecem. A cidade de Nazaré da Mata testemunha esses acontecimentos misteriosos.​

Direção de Tiago Melo. Com Valmir do Côco, Joana Gatis, Mestre Barachinha, Mohana Uchôa, Edilson Silva. Selecionado para o Festival de Roterdã 2018 e vencedor dos prêmios do Júri, Melhor Ator e Melhor Montagem no Festival do Rio 2018.

Estreia dia 14 de novembro.

Bixa Travesty

Grande expoente na cena musical de São Paulo, Linn da Quebrada é dona de uma forte e ousada presença no palco, busca constantemente discutir e quebrar paradigmas e estereótipos.

Direção de Claudia Priscilla e Kiko Goifman. Com Linn da Quebrada, Jup do Bairro, Liniker, As Bahias e a Cozinha Mineira. Teddy Award de Melhor Documentário no Festival de Berlim, Melhor Direção no Festival de Cartagena, Melhor Longa do Júri Popular e Melhor Trilha Sonora no Festival de Brasília.

Estreia dia 21 de novembro.

A Vida Invisível de Eurídice Gusmão

“Rio de Janeiro, 1950. Euridice, 18 e Guida, 20, são duas irmãs inseparáveis. Elas vivem em casa e cada uma cultiva um sonho: tornar-se uma renomada pianista ou encontrar um amor verdadeiro. Por causa de seu pai, elas são forçadas a viver uma sem a outro. Separadas, elas assumirão o controle de seu destino, sem jamais perder a esperança de se reencontrarem. Um melodrama tropical”.

Direção de Karim Aïnouz. Com Carol Duarte, Julia Stockler, Gregório Duvivier. Participação de Fernanda Montenegro. Premiado na mostra Um Certo Olhar no Festival de Cannes 2019.

Estreia adiada para o dia 21 de novembro.

Depois a Louca Sou Eu

Sétimo longa-metragem de Julia Rezende inspirado no livro homônimo de Tati Bernardi. O filme conta a história de Dani e a busca pela cura das crises de ansiedade que a acompanham desde a infância.

Protagonizado por Débora Falabella.

Estreia prevista para novembro.

Noites de Alface

“Depois de presenciar a morte de sua esposa Ada, o rabugento Otto volta a ter problemas para dormir sem o seu remédio natural: um chá de alface que a mulher preparava todas as noites. Sozinho e cansado, sua única opção é observar o cotidiano de seus peculiares vizinhos, mas logo sua participação começa a ficar mais interativa do que o esperado”.

Direção de Zeca Ferreira. Com Marieta Severo, Everaldo Pontes, Inês Peixoto.

Estreia prevista para novembro

O Juízo

“Augusto Menezes muda-se com a esposa Tereza e o filho, Marinho, para uma fazenda abandonada, herdada do avô, na esperança de colocar a vida nos trilhos. A propriedade, no entanto, carrega o carma da traição ao escravo Couraça, que busca ao longo dos séculos a vingança contra a família de Augusto”.

Direção de Andrucha Waddington e roteiro de Fernanda Torres. Com Felipe Camargo, Carol Castro, Lima Duarte, Fernanda Montenegro, Criolo. Selecionado para a 43ª Mostra Internacional de Cinema em São Paulo.

Estreia dia 12 de dezembro.

Marighella

“Marighella não teve tempo pra ter medo. De um lado, uma violenta ditadura militar. Do outro, uma esquerda intimidada. Cercado por guerrilheiros 30 anos mais novos e dispostos a reagir, o líder revolucionário escolheu a ação”. Através do Twitter, Kleber Mendonça filho afirmou que o filme de estreia de Wagner Moura na direção chegará aos cinemas brasileiros em 20 de novembro. O anúncio foi feito na exibição do filme no Festival de Cinema de Sydney, na Austrália.

Direção de Wagner Moura. Com Seu Jorge, Adriana Esteves, Bruno Gagliasso, Luiz Carlos Vasconcelos e Humberto Carrão. Selecionado para o Festival de Berlim, onde aconteceu sua premiere, Sydney Film Festival, Santiago Festival Internacional de Cine, Festival do Cinema Brasileiro de Paris e Bari International Film Festival.

Estreia adiada. Segundo a nota emitida pela O2 Filmes, a data foi alterada porque a produtora não conseguiu cumprir a tempo todos os trâmites exigidos pela Agência Nacional do Cinema (Ancine). Há suspeita de que o adiamento possa ter sido consequência de uma retaliação à temática do filme.

Atualizações podem ser feitas periodicamente*. Envie sugestões para o e-mail [email protected]. Imagem em destaque do filme “Bixa Travesty”, de Claudia Priscilla e Kiko Goifman. * Atualização mais recente: 31 de outubro de 2019, às 14h30.

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