O que diz o legado da atriz Ruth de Souza sobre meu racismo velado

O que diz o legado da atriz Ruth de Souza sobre meu racismo velado


“Eu me chamo Ruth e eu espero realmente um dia fazer um papel na vivência de gente, sem a marca de ser negro, branco, azul, cor de rosa. E quem sabe eu algum dia consiga?”. A atriz Ruth de Souza que fala no depoimento cedido ao Acervo Digital de Cultura Negra (vídeo abaixo) é a mesma pequenininha que olhou para uma pintura de Debret com índios, brancos e negros quando alguém lhe apontara: “negro tem mente atrofiada”.

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O racismo apaga, a gente reescreve: conheça a mulher negra que fez história no cinema nacional

O racismo apaga, a gente reescreve: conheça a mulher negra que fez história no cinema nacional

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– Professor, quem são as cineastas negras brasileiras? 
– (…) Silêncio (…)

A cada dia que passa, a palavra privilégio tem sido utilizada para ilustrar os lugares sociais estabelecidos desde então; poder viver em um mundo onde não há preocupação com a etnia das referências, é um privilégio. Ser universitária negra e estudar ao longo de quatro anos e não ter nenhuma artista, técnica, intelectual negra que tenha construído narrativas e pensamento, é um prejuízo.

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Animação brasileira completa 100 anos de história

Animação brasileira completa 100 anos de história


Uma charge animada sobre a situação bélica na Europa é considerada o marco inicial da animação brasileira. “O Kaiser” (1917), de Álvaro Marins (Seth), estreou há exatos 100 anos nas telas do Cine Pathé, no Rio de Janeiro. Do curta, restou um único fotograma que mostra o imperador Guilherme II, da Alemanha, sendo engolido por um globo terrestre. Oito animadores brasileiros tomaram a imagem como inspiração e realizam uma reanimação para o documentário “Luz Anima Ação” (2013), de Eduardo Calvet.

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A trilogia do Recôncavo Baiano de Guido Araújo

A trilogia do Recôncavo Baiano de Guido Araújo


O movimento cinematográfico na Bahia das décadas de 1970 e 1980 não seria o mesmo sem Guido Araújo. Ele foi um dos membros do Coletivo Moacyr Fenelon na era pré-Cinema Novo e assumiu a frente de resistência à ditadura militar ao criar a Jornada de Cinema da Bahia. Enquanto cineasta, assinou documentários integrantes da Caravana Farkas (1960-1970), filmando a desconhecida cultura popular.

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Grupo discute e fortalece presença feminina no audiovisual brasileiro

Grupo discute e fortalece presença feminina no audiovisual brasileiro


Conhecer e conectar mulheres. Esses são os maiores objetivos do grupo Mulheres Filmmakers e do Audiovisual, criado há pouco mais de um ano pela filmmaker paulista Patricia Bernal. Exclusivo para mulheres estudantes, profissionais e iniciantes do meio audiovisual, atualmente o grupo mantido no Facebook conta com a participação de mais de 2 mil membros. O espaço é dedicado a divulgar informações e vagas de trabalho, assim como tirar dúvidas e debater o espaço feminino ocupado por trás das câmeras.

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