Crítica: ‘Saudade’, de Paulo Caldas

Crítica: ‘Saudade’, de Paulo Caldas


Saudade, essa palavra exclusiva da língua portuguesa e que não encontra tradução literal em outras línguas, manifesta seus plurissignificativos no documentário que traz no título o mesmo nome. Em “Saudade”, de Paulo Caldas, os países lusófonos, separados pelo mar e por um passado de colonização, interligam-se através desse sentimento conhecido, mas pouco compreendido.

(mais…)

37 filmes brasileiros para assistir no cinema em 2018

37 filmes brasileiros para assistir no cinema em 2018


Passados quase três anos de Assiste Brasil, chegamos a nossa terceira lista especial de lançamentos (acesse as listas de 2016 e 2017). Para este ano, reunimos produções e coproduções, entre ficções, documentários, adaptações, cinebiografias e animações, organizados por ordem de previsão de estreia no circuito comercial brasileiro.

Confira abaixo nossa seleção de 37 filmes brasileiros para assistir nos cinemas em 2018.

(mais…)

TOP 10: melhores filmes brasileiros de 2017

TOP 10: melhores filmes brasileiros de 2017

Tags: ,

Realizar uma seleção dos melhores filmes brasileiros de 2017 é fazer um panorama de um ano do cinema nacional marcado pela autoria e diversidade temática. Em uma comparação superficial, o público do cinema nacional caiu 40% em relação a 2016, mesmo mantendo a média do número de filmes exibidos nas telonas — segundo o Filme B, 142 longas.

(mais…)

Crítica: ‘Baronesa’ traz o olhar feminino e humanizante sobre a periferia

Crítica: ‘Baronesa’ traz o olhar feminino e humanizante sobre a periferia


A função social do cinema o aproxima de debates sobre a representatividade e o lugar de fala. Cabe ao cineasta, que direciona o olhar, ser um mediador na exposição de uma realidade da qual não pertence? “Baronesa”, filme de estreia de Juliana Antunes, instiga essa reflexão ao apresentar Andreia​ e Leidiane, vizinhas na comunidade Vila Mariquinhas, em Belo Horizonte.

(mais…)

Crítica: A ousadia do trash nacional em ‘As Boas Maneiras’

Crítica: A ousadia do trash nacional em ‘As Boas Maneiras’


Tentar delimitar “As Boas Maneiras” (2017) a um gênero é um erro. Ele não é um filme de suspense e muito menos de terror, como sugere sua apresentação, mas um típico representante do cinema de autor, que, nesse caso, são dois. Juliana Rojas (Sinfonia da Necrópole) e Marco Dutra (O Silêncio do Céu) retomam a parceria após “Trabalhar Cansa” (2011) com uma produção que retrata o lendário sem se desprender do social.

(mais…)

Pin It on Pinterest