Propondo reflexões sobre o panorama da Aids no Brasil, o produtor, diretor e roteirista André Canto realiza o projeto “Olhares HIV e Aids no Brasil”. Desenvolvido nos formatos de documentário, série de TV e livro, a produção irá abordar o caminho da síndrome em território nacional. Dentre os assuntos levantados estão a evolução nos tratamentos e também a estagnação da percepção da doença, que continua cercada de preconceito e falta de informação.

Em busca de compreender a gritante disparidade entre a evolução no tratamento do HIV e a mentalidade em relação à infecção, o diretor entrevistou pessoas que convivem com o vírus, especialistas, personalidades e autoridades. Entre os participantes estão os ministros da saúde nos governos de FHC e de Lula, José Serra e José Gomes Temporão; os médicos Valéria Petri e Dráuzio Varella; Wanessa Camargo, embaixadora de Boa Vontade do UNAIDS; as jornalistas Ligia Formenti e Marina Person; o deputado Jean Wyllys; Lucinha Araújo, mãe de Cazuza, entre outros.

“Nesse trabalho, conversei com várias pessoas que fizeram parte dessa história das mais diferentes maneiras. Percebi que os avanços foram muitos, principalmente na prevenção e no tratamento. Mas apesar de todos esses avanços, o estigma e o preconceito com as pessoas que vivem com o HIV ainda são muito grandes. Essa é a minha principal motivação para contar essa história”, explica André Canto.

Em estágio de finalização, o documentário é o primeiro longa dirigido por André para o cinema, que também assina o roteiro junto a Gabriel Estrela, Gustavo Menezes e Ricardo Farias. A estreia está prevista para 2018.

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